Publicado por: contudo | 2 setembro, 2011

Campo de visão

No meu campo de visão, embaçada
Vejo lâmpadas em reflexo
Iluminam a cavalgada
Dessa tropa de ideias sem nexo

Uma sala lotada
Que cala novamente
A já calada da noite

Me tens junto às copas
Das árvores
Dos bares
Do naipe nos baralhos

Reflito, junto à janela
Nos traços do meu rosto
Lágrimas ou chuva
Que no vidro pinta aquarela

Bolichos, recintos
Relinchos, relances
No meu campo da visão
Corre livre meu olhar, e descansa.


Respostas

  1. POETA!


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