“Well, it’s been a long time, long time now”
Um passo após o outro. Por entre plantas rasteiras e luminárias de luz fraca. Mochila em um dos ombros, fones no ouvido. O ladrilhado leva a dois caminhos, de uma mesma capela colorida e redonda.
Mas prefiro entrar na porta que se abre a minha frente. Ao fundo, som de flauta. Esse som faz jus ao nome de “flauta doce”. Três colunas de bancos, enfileiradas poética e circularmente da mesma forma da estrutura.
A frente dos bancos, um altar. E nele, uma Cruz. Carrega minhas indiferenças.
Sento em um dos bancos almofadados. Recolho as pernas. A flauta silencia.
Pessoas gritam lá fora, lembrando que o mundo não parou de girar quando entrei naquela atmosfera leve. O tempo não para nunca. Mas eu paro, pra pensar.
Quando vou embora, não olho pra trás. Tenho certeza, amanhã voltarei.
Apenas para pensar, sobre o pensar.

que lindo! realmente, que lugar leve!
Por: Natália em 22 Outubro, 2009
às 12:14 pm
Lindo seu texto!
Queria que aqui em Carazinho tivesse uma capela da Ulbra.
Certamente eu iria pra lá pra fugir do mundo e “Apenas para pensar, sobre o pensar.”
Beeijos, Lucas
Por: ThaísPfluck em 22 Outubro, 2009
às 9:10 pm
Pense… pense.
Por: Joyce Mb. em 22 Outubro, 2009
às 9:47 pm
bah! a capela da ulbra!
eu vou me casar aí!
Por: Natasha em 22 Outubro, 2009
às 10:04 pm
Você e a Lorena mantém este blog vivo e completo…
Parabéns Lucas!
Por: Manda em 27 Outubro, 2009
às 9:20 pm
nunca vi nada igual :T
Por: larissa ferreira em 27 Outubro, 2009
às 11:08 pm
As vezes é necessário parar e simplesmente pensar.
Por: Jonatas em 30 Outubro, 2009
às 12:45 pm